Às vezes me pergunto qual é a saída
Além de ordem e progresso no dia a dia
Às vezes me pergunto qual o segredo
Além de continuar lutando pelos desejos
Mas sei que mais importa o amor pela vida
Do que o dia da semana, ou a cor da camisa
Amando a si mesmo se alcança o alvo
Contudo é preciso ser mais esperto
Dos erros de antes agora me salvo
Ser bom amante é fazer tudo certo
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Primeiro poema
No meu primeiro poema
Reconhecido e premiado
Não usei o palavreado
Mas um desenho ilustrado
Imagem em vez de palavras
Paisagem de minha infância
O sol iluminando a praça
De mãos dadas, crianças
O vendedor de picolé
Stands de muitos livros
Leitores compulsivos
E eu mascando chicletes
Nem imaginava que aquele desenho
Ilustra o inicio de um empenho
Com lápis, papel, giz de cera
Amor e muita fé
Juliano Dornelles
Reconhecido e premiado
Não usei o palavreado
Mas um desenho ilustrado
Imagem em vez de palavras
Paisagem de minha infância
O sol iluminando a praça
De mãos dadas, crianças
O vendedor de picolé
Stands de muitos livros
Leitores compulsivos
E eu mascando chicletes
Nem imaginava que aquele desenho
Ilustra o inicio de um empenho
Com lápis, papel, giz de cera
Amor e muita fé
Juliano Dornelles
O alcance do poeta
Se o perdido é encontrado
Acerta ao concertar o estrago
Concerta para ficar acertado
E desenha no seu velho quadro
Um futuro ao alcance do poeta
Sem repetir os erros de antes
Mas acertando em todo o instante
Seguirá sempre adiante da meta
O homem na estrada inspira ação
Descreve a mente sã e renovada
Numa canção cifrada
Pelo próprio coração
Se um grito mudo nada muda
Como era no princípio sempre será
E o alcance do poeta
No próximo poema revelará
Juliano Dornelles
Juliano Dornelles
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Buscar a meta
Hoje tento entender
O que as linhas todas vem dizer
Sobre o tempo e o suceder
Hora de plantar e colher
Alguns começam mais cedo
Se formam, se casam, aposentam
Outros mais tarde conseguem
Mas só vencem se merecem
Para que serviria o alvo sem a seta
Agora é hora de buscar a meta
Podemos começar uma dieta
Consciente, decidido e poeta
Juliano Dornelles
O que as linhas todas vem dizer
Sobre o tempo e o suceder
Hora de plantar e colher
Alguns começam mais cedo
Se formam, se casam, aposentam
Outros mais tarde conseguem
Mas só vencem se merecem
Para que serviria o alvo sem a seta
Agora é hora de buscar a meta
Podemos começar uma dieta
Consciente, decidido e poeta
Juliano Dornelles
terça-feira, 14 de junho de 2011
Mago da paz
O louco que virou mago
Foi do fim ao começo
No caminho fez um estrago
Achou seu próprio endereço
Aqui, ali ou lá
Vive no sistema solar
Escreve o seu destino
Quando chega no lar
Nem todos o compreendem
Mas sempre sabe o que faz
E segue em frente contente
Plantando e semeando a paz
Foi do fim ao começo
No caminho fez um estrago
Achou seu próprio endereço
Aqui, ali ou lá
Vive no sistema solar
Escreve o seu destino
Quando chega no lar
Nem todos o compreendem
Mas sempre sabe o que faz
E segue em frente contente
Plantando e semeando a paz
Tubo de ensaio
Alquimista que não deixa pista
Alcança o horizonte além da vista
Ultrapassa obstáculos no caminho
Bem acompanhado quando sozinho
Mistura o passado e o presente
Tudo num tubo de ensaio
E depois de romper a corrente
Assume-se trovão e raio
Mas em paz segue a luta
Guerreiro justo come a fruta
Navega em mar tranquilo
Repousa em sua conduta
Alcança o horizonte além da vista
Ultrapassa obstáculos no caminho
Bem acompanhado quando sozinho
Mistura o passado e o presente
Tudo num tubo de ensaio
E depois de romper a corrente
Assume-se trovão e raio
Mas em paz segue a luta
Guerreiro justo come a fruta
Navega em mar tranquilo
Repousa em sua conduta
Pai, filho e irmão
Como pai, filho e irmão
Sigo em luta constante
Somos um, Deus é três
Somos peregrinos viajantes
Atravessamos o céu
Atravessamos o mar
Descobrimos o véu
E sentimos o ar
Como águia ou leão
Como o aquário e os peixes
Virgem na casa do pão
Que alimenta com leite
Sigo em luta constante
Somos um, Deus é três
Somos peregrinos viajantes
Atravessamos o céu
Atravessamos o mar
Descobrimos o véu
E sentimos o ar
Como águia ou leão
Como o aquário e os peixes
Virgem na casa do pão
Que alimenta com leite
Viagem
Chega uma mensagem
Uma carta em uma garrafa
Me preparo para a viagem
Para onde o sol não se apaga
Abro o caminho
Para os que forem depois
Num lugar onde cada um
Será quem um dia foi
Como irmãos do amor
E filhos de Deus
Semelhantes a uma flor
Que nasceu e cresceu
Uma carta em uma garrafa
Me preparo para a viagem
Para onde o sol não se apaga
Abro o caminho
Para os que forem depois
Num lugar onde cada um
Será quem um dia foi
Como irmãos do amor
E filhos de Deus
Semelhantes a uma flor
Que nasceu e cresceu
Instrumento de Deus
Em luta constante
Exorcisamos fantasmas
Em todo instante
Quando quebramos espadas
Com os pedaços seguimos
Abrindo estradas
Com o compasso consigo
Construir uma escada
Que me leva ao céu
Onde eu sou eu
Nasci, cresci, venci
Como instrumento de Deus
Exorcisamos fantasmas
Em todo instante
Quando quebramos espadas
Com os pedaços seguimos
Abrindo estradas
Com o compasso consigo
Construir uma escada
Que me leva ao céu
Onde eu sou eu
Nasci, cresci, venci
Como instrumento de Deus
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Na Porto Alegre dos casais
Às vezes ando pela Andradas
Recorto o centro por suas escadas
Medito sob o sol de belas praças
Na Porto Alegre, minha amada
Este namoro segue pelo cais
Esquina democrática, Ipanema
Gasômetro, Marinha e toda a cena
Na Porto Alegre dos Casais
No Brique da Redenção saúdo todos
Chimangos, Maragatos;
Gremistas, Colorados
Gaúchos e outros loucos
Há sempre um fórum Social Mundial
Cosmopolita como um GRE-NAL
Como os profetas do Mercado Público
Como os atletas que estão por tudo
Moinhos de Vento sopram o recado
Sei que o Guaíba é um lago
Sendo poeta, sigo meu rumo
O Laçador é meu testemunho
terça-feira, 22 de março de 2011
Quanto (Lá Dó)
Quantas vezes preciso lembrar para esquecer
Quantos versos vou recitar para responder
Quantos passos preciso dar para percorrer
Quanto tempo vai levar para acontecer
Quantas músicas eu vou tocar para responder
Juliano Dornelles
Quantos versos vou recitar para responder
Quantos passos preciso dar para percorrer
Quanto tempo vai levar para acontecer
Quantas músicas eu vou tocar para responder
Juliano Dornelles
Não importa
Não importa quantos erros cometemos na vida
Se nos arrependemos e encontramos a saída
Não importa o que ficou para trás
O que passou, passou, não volta mais
Não importa o que você falou
Não importa o que você pensou
Eu sei tudo o que eu fiz
Não importa o que você me diz
Juliano Dornelles
Se nos arrependemos e encontramos a saída
Não importa o que ficou para trás
O que passou, passou, não volta mais
Não importa o que você falou
Não importa o que você pensou
Eu sei tudo o que eu fiz
Não importa o que você me diz
Juliano Dornelles
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